Nos trilhos da esperança
o que procuras, nesse caminho
ao ritmo da nossa dança?
ébrio de luz e de cor,
de paixão ou será de amor?
Quando depois da ressaca
e do lânguido levantar,
sabes que irás penar,
mas não te interessa,
não queres saber...
porque a esperança
e tudo mais acabará quando morreres.
Enquanto amanhã há sempre dança
haverá dias, horas de adormecer
ou tardes tristes para morrer.
Até manhã nesta dança,
ao ritmo de um novo prazer.
(Coimbra, 11/10/2003)
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