Do ritual permanece
o sorriso espectral do fumo
e o real desvaneceu-se
nas estórias inventadas
ou por inventar.
procurámos o elixir
do prazer,
para além do vinho,
para além do que o teu corpo tem para dar,
noites de alegria,
forjadas nas chamas,
no lume lento de sonhos
ou de outros fumos mais...
Sentes depois que tudo
se esboroa e regressas dessa
ilha encantada de delícias.
Já não há sorrisos,
nem fumos,
só as memórias de tantas outras
histórias por contar.
(Santarém, 25/12/2003)
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